Harry Potter Magical Wand
IMPORTANTE

Leiam o post que acabei de fazer, pois o mesmo irá mudar completamente o rumo da história de Hogwarts sendo a trama principal de início.

Aconselho a ler o minha chegada e nox de ontem e os posts da Mila Brocklengust pois a morena também é peça chave na trama.



                                            Lumus feat. Mila Brocklengust
A chuva gélida anunciava um novo dia em Hogwarts.
Enquanto Newt lutava com seu subconsciente em seu leito, todos os homens repousavam, no dormitório das serpentes, em um silêncio sepulcral.
Não….. Não… Mila corre, corre, saia daqui imediatamente!!! - Flashs de horrores atormentavam a visão enodoada do garoto que era torturado por Vaanbaske.
”Crucio”…. ”Crucio”… - Palavras que faziam o jovem bruxo borbulhar em bradares de sofrimento e agonia, fazendo-o pensar que o abraço da morte era o único meio de escapar da dor cortante dos agouros lançados sobre o garoto.
”Bombarda Máxima”! - pode ouvir no canto esquerdo da sala que pesava horror e sentimentos de morte.
Miro, Aisla e Annie puderam ser vistos sobre os destroços da porta recém destruída que detinha de dobradiças largas já conhecidas pelo garoto. Naquele momento o jovem alvo pode então perceber que sua família sempre estaria por perto para proteger e ajudar em qualquer situação de risco.
Mas esse sentimento foi arrancado de seu âmago com disparos luminescentes vindos de uma espécie de gás negro, onde por eles, surgiram três bruxos encapuzados e mascarados. Os lampejos verdes refletiram nas máscaras malévolas do comensais ali presentes, indicando a iminente morte da família do jovem Bruxo.
Uma terrível sensação totalmente desconhecida, porém mortífera tomou conta do menino que viu sua família inteira ser assassinada diante de seus olhos cor de mel.
Ahhhhhhhhhhhhh Nãooooo!… Gritos que irrompiam o silêncio do dormitório fizeram com que Luphus acordasse assustado, e vendo o que o amigo passava tentou ajudar.
Newt… Newt… acorda, é um sonho. Acorda…. – Tentativa que desencadeou um súbito ataque de pânico que levou o jovem castanho a despertar de seu vespertino horror.
Lágrimas degringolavam sobre a pele pálida do garoto que tentava fixar-se na fala de Luphus indicando que aquilo era somente um terrível pesadelo.
Os olhares de espanto dos outros alunos foi inevitável. Newt levantou e foi em direção ao banheiro masculino seguido de seu amigo que permaneceu em silêncio respeitando a privacidade do companheiro.
Que sonho terrível – Newt quebrara o silêncio vendo que estava a sós com o fiel amigo.
Acontece – retrucou Luphus.

Vamos arrume-se temos que descer, nos atrasamos para o almoço. – Disse dando um tapinha amistoso nos ombros do herdeiro Lachowski.


Após toda higiene e estando pronto, Newt juntamente de Luphus desceram as escadarias errantes do castelo chegando no grande salão, onde desfrutariam de um delicioso banquete quando de repente a voz de alvo Dumbledor soou em meio aos corredores do castelo num tom melancólico e seco:
- Por favor Newt e Luphus, compareçam em minha sala imediatamente.
Os garotos se entreolharam em um misterioso olhar singular um analisando os atos do outro vendo o que poderiam ter feito de errado.
O primeiranista ! Sibilaram mutuamente crendo que o encontro da noite anterior fora denunciado.
Levantaram- se e foram então até a grande sala do diretor. 
Chegando em seu destino a expressão de seu rosto teve de mudar drásticamente. Havia naquele mesmo local mais pessoas do que o de costume. Dumbledore, Minerva McGonagall, Miro, Aisla e por incrível que pareça Mila Brocklengust. Ao ver os olhos de sua mãe sintilarem devido a lágrimas que percorriam caminhos tortuosos por entre sua face, Newt se desesperou e perguntou o que havia acontecido.
Um ataque - disse McGonagall ponderando em suas palavras!
Um ataque? – indagou o garoto.
Sim, um ataque meu caro jovem. Um ataque a academia de magia de Beaubeaxton – pontuou Dumbledore.
Annie - suspirou…. – Annie está bem certo? Vocês a mantiveram em segurança não é mesmo? 
As Lágrimas de desespero e desamparo que estavam presentes nos olhos de sua mãe agora já faziam parte da expressão do castanho. 
Não… Não me diga que….
Sim meu caro amigo – Disse Dumbledore em tom amargo – Infelismente o alvo do ataque era sua irmã…
Não, Não, Não….. Não, não, não – Imediatamente o menino se irrompeu em lágrimas entrando em desespero. Seus gritos eram tão sonoros que parecia que poderia ser ouvido por toda extensão das propriedades de Hogwarts. Sua mente era invadida por memórias de sua amada irmã Gêmea.



Imediatamente o garoto foi suprimido por um enlace apertado de braços. Os três Lachowski’s choraram juntos a morte da amada filha e irmã. 
Porque ela está aqui? – o garoto com a fala comprometida por tamanho desespero, ergueu a face molhada por suas lágrimas, e indagou a quem quisesse responder.
Não me diga que… Não… eu juro que… – Em um súbito momento de raiva e ódio Newt Mirou seu olhar, agora mortífero, em direção à Mila e sendo um Bruxo avançado, para sua idade, em legilimência percorreu a mente da garota, que não pôde fazer nada para evitar, como se estivesse foliando um livro aberto e público.
Em um baque surdo o único herdeiro Lachowski se prostrou diante de seus pais ao contemplar tamanho plano malévolo que o avô da garota tinha planejado.
Ele nos quer – disse o menino discrente. Acha que está conosco.
O que filho? Perguntou o pai ainda consolando e sendo consolado pela mãe do garoto.
Scípio. Ele acha que está conosco. Mila pensou em mim enquanto estava sendo torturada e fez com que Vaansbake entendesse que ele estava homisio sobre nossa tutela. E agora ela está morta.
A raiva tomou conta novamente de seu ser fazendo com que Newt mirasse novamente a morena.
Não satisfeita com seu infortúnio você tinha que fazer com que outros sofressem sua dor? Se for isso, fique satisfeita. Minha irmã está morta e é por sua causa. – O garoto ia se desfazendo gradativamente de seu prostrar e assumindo a postura frívola e imponente de sempre.
Mila, é melhor você não tentar cruzar meu caminho novamente. Eu disse que não queria fazer parte dessa guerra que estava por vir, mas seu avô foi longe demais. Eu vou matá-lo e depois vou atrás de você, vou fazer você sentir a minha dor e vou capturar seu irmão e tortura-lo até que ele implore pela morte.
O olhar da menina se fixou no de Newt, mas ela compreendera o que o garoto estava sentindo e decidiu permanecer em silêncio; sabia o quão era horrível ficar longe de quem ama, e no caso de Newt a dor era amplificada, pois nunca mais poderia ver sua amada irmã.
Logo Miro tomou a frente da situação e disse:
Luphus, sei que tem sido fiel a nós e principalmente a meu filho, vou pedir mais um favor; leve-o para o dormitório e permaneça com ele.

Sim Sr. Lachowski – pronunciou o garoto sobrepondo um de seus braços sobre o amigo que acolhera o gesto como um confortável abraço se retirando da sala.
Senhor Lachowski, o que precisar de mim estarei à disposição – disse Alvo Dumbledore.
Sabe o que tem que fazer diretor – Pronunciou com frieza ainda sentindo a dor da perda de sua filha.
O casal se retirou da sala acompanhado de Minerva McGonagall que os levara até uma lareira  da rede de flu em uma das torres do castelo.
Mila ainda permanecia na sala do Diretor imóvel, como se fosse enfeitiçada com o feitiço “Petrificus Totalus” .
Mila, Mila. Acho que está em uma situação muito delicada minha cara. Sei de suas reais intenções e sei que sua parte da culpa é mínima. Dê tempo ao tempo, tudo acabará bem. – Aconselhou o diretor à menina enquanto a mesma suprimia suas pálpebras evitando com que a lágrima acumulada em seus olhos pudesse ser percebida.
Chorar lava a alma querida – disse o diretor fazendo com que Mila, já se retirando da sala, liberasse um pouco de sentimentalismo à dor da família recém subtraída.


Chegando em sua comunal, Luphus se assentou ao lado de Newt no sofá duplo a direita da lareira; o dia estava estranhamente frio, contanto que já se aproximavam do verão.
Newt em um suave sibilo agudo pôs-se a chorar. O fiel amigo ao ver a dor do garoto, o abraçou como se fossem irmãos.
Os dois choraram a dor da perda até que Newt adormeceu e foi levado, por intermédio do feitiço “Levicorpus”
                                       

                                            Lumus feat. Mila Brocklengust

A chuva gélida anunciava um novo dia em Hogwarts.

Enquanto Newt lutava com seu subconsciente em seu leito, todos os homens repousavam, no dormitório das serpentes, em um silêncio sepulcral.

Não….. Não… Mila corre, corre, saia daqui imediatamente!!! - Flashs de horrores atormentavam a visão enodoada do garoto que era torturado por Vaanbaske.

”Crucio”…. ”Crucio”… - Palavras que faziam o jovem bruxo borbulhar em bradares de sofrimento e agonia, fazendo-o pensar que o abraço da morte era o único meio de escapar da dor cortante dos agouros lançados sobre o garoto.

”Bombarda Máxima”! - pode ouvir no canto esquerdo da sala que pesava horror e sentimentos de morte.

Miro, Aisla e Annie puderam ser vistos sobre os destroços da porta recém destruída que detinha de dobradiças largas já conhecidas pelo garoto. Naquele momento o jovem alvo pode então perceber que sua família sempre estaria por perto para proteger e ajudar em qualquer situação de risco.

Mas esse sentimento foi arrancado de seu âmago com disparos luminescentes vindos de uma espécie de gás negro, onde por eles, surgiram três bruxos encapuzados e mascarados. Os lampejos verdes refletiram nas máscaras malévolas do comensais ali presentes, indicando a iminente morte da família do jovem Bruxo.

Uma terrível sensação totalmente desconhecida, porém mortífera tomou conta do menino que viu sua família inteira ser assassinada diante de seus olhos cor de mel.

Ahhhhhhhhhhhhh Nãooooo!… Gritos que irrompiam o silêncio do dormitório fizeram com que Luphus acordasse assustado, e vendo o que o amigo passava tentou ajudar.

Newt… Newt… acorda, é um sonho. Acorda…. – Tentativa que desencadeou um súbito ataque de pânico que levou o jovem castanho a despertar de seu vespertino horror.

Lágrimas degringolavam sobre a pele pálida do garoto que tentava fixar-se na fala de Luphus indicando que aquilo era somente um terrível pesadelo.

Os olhares de espanto dos outros alunos foi inevitável. Newt levantou e foi em direção ao banheiro masculino seguido de seu amigo que permaneceu em silêncio respeitando a privacidade do companheiro.

Que sonho terrível – Newt quebrara o silêncio vendo que estava a sós com o fiel amigo.

Acontece – retrucou Luphus.

Vamos arrume-se temos que descer, nos atrasamos para o almoço. – Disse dando um tapinha amistoso nos ombros do herdeiro Lachowski.

Após toda higiene e estando pronto, Newt juntamente de Luphus desceram as escadarias errantes do castelo chegando no grande salão, onde desfrutariam de um delicioso banquete quando de repente a voz de alvo Dumbledor soou em meio aos corredores do castelo num tom melancólico e seco:

- Por favor Newt e Luphus, compareçam em minha sala imediatamente.

Os garotos se entreolharam em um misterioso olhar singular um analisando os atos do outro vendo o que poderiam ter feito de errado.

O primeiranista ! Sibilaram mutuamente crendo que o encontro da noite anterior fora denunciado.

Levantaram- se e foram então até a grande sala do diretor.

Chegando em seu destino a expressão de seu rosto teve de mudar drásticamente. Havia naquele mesmo local mais pessoas do que o de costume. Dumbledore, Minerva McGonagall, Miro, Aisla e por incrível que pareça Mila Brocklengust. Ao ver os olhos de sua mãe sintilarem devido a lágrimas que percorriam caminhos tortuosos por entre sua face, Newt se desesperou e perguntou o que havia acontecido.

Um ataque - disse McGonagall ponderando em suas palavras!

Um ataque? – indagou o garoto.

Sim, um ataque meu caro jovem. Um ataque a academia de magia de Beaubeaxton – pontuou Dumbledore.

Annie - suspirou…. – Annie está bem certo? Vocês a mantiveram em segurança não é mesmo?

As Lágrimas de desespero e desamparo que estavam presentes nos olhos de sua mãe agora já faziam parte da expressão do castanho.

Não… Não me diga que….

Sim meu caro amigo – Disse Dumbledore em tom amargo – Infelismente o alvo do ataque era sua irmã…

Não, Não, Não….. Não, não, não – Imediatamente o menino se irrompeu em lágrimas entrando em desespero. Seus gritos eram tão sonoros que parecia que poderia ser ouvido por toda extensão das propriedades de Hogwarts. Sua mente era invadida por memórias de sua amada irmã Gêmea.

Imediatamente o garoto foi suprimido por um enlace apertado de braços. Os três Lachowski’s choraram juntos a morte da amada filha e irmã.

Porque ela está aqui? – o garoto com a fala comprometida por tamanho desespero, ergueu a face molhada por suas lágrimas, e indagou a quem quisesse responder.

Não me diga que… Não… eu juro que… – Em um súbito momento de raiva e ódio Newt Mirou seu olhar, agora mortífero, em direção à Mila e sendo um Bruxo avançado, para sua idade, em legilimência percorreu a mente da garota, que não pôde fazer nada para evitar, como se estivesse foliando um livro aberto e público.

Em um baque surdo o único herdeiro Lachowski se prostrou diante de seus pais ao contemplar tamanho plano malévolo que o avô da garota tinha planejado.

Ele nos quer – disse o menino discrente. Acha que está conosco.

O que filho? Perguntou o pai ainda consolando e sendo consolado pela mãe do garoto.

Scípio. Ele acha que está conosco. Mila pensou em mim enquanto estava sendo torturada e fez com que Vaansbake entendesse que ele estava homisio sobre nossa tutela. E agora ela está morta.

A raiva tomou conta novamente de seu ser fazendo com que Newt mirasse novamente a morena.

Não satisfeita com seu infortúnio você tinha que fazer com que outros sofressem sua dor? Se for isso, fique satisfeita. Minha irmã está morta e é por sua causa. – O garoto ia se desfazendo gradativamente de seu prostrar e assumindo a postura frívola e imponente de sempre.

Mila, é melhor você não tentar cruzar meu caminho novamente. Eu disse que não queria fazer parte dessa guerra que estava por vir, mas seu avô foi longe demais. Eu vou matá-lo e depois vou atrás de você, vou fazer você sentir a minha dor e vou capturar seu irmão e tortura-lo até que ele implore pela morte.

O olhar da menina se fixou no de Newt, mas ela compreendera o que o garoto estava sentindo e decidiu permanecer em silêncio; sabia o quão era horrível ficar longe de quem ama, e no caso de Newt a dor era amplificada, pois nunca mais poderia ver sua amada irmã.

Logo Miro tomou a frente da situação e disse:

Luphus, sei que tem sido fiel a nós e principalmente a meu filho, vou pedir mais um favor; leve-o para o dormitório e permaneça com ele.

Sim Sr. Lachowski – pronunciou o garoto sobrepondo um de seus braços sobre o amigo que acolhera o gesto como um confortável abraço se retirando da sala.

Senhor Lachowski, o que precisar de mim estarei à disposição – disse Alvo Dumbledore.

Sabe o que tem que fazer diretor – Pronunciou com frieza ainda sentindo a dor da perda de sua filha.

O casal se retirou da sala acompanhado de Minerva McGonagall que os levara até uma lareira  da rede de flu em uma das torres do castelo.

Mila ainda permanecia na sala do Diretor imóvel, como se fosse enfeitiçada com o feitiço “Petrificus Totalus” .

Mila, Mila. Acho que está em uma situação muito delicada minha cara. Sei de suas reais intenções e sei que sua parte da culpa é mínima. Dê tempo ao tempo, tudo acabará bem. – Aconselhou o diretor à menina enquanto a mesma suprimia suas pálpebras evitando com que a lágrima acumulada em seus olhos pudesse ser percebida.

Chorar lava a alma querida – disse o diretor fazendo com que Mila, já se retirando da sala, liberasse um pouco de sentimentalismo à dor da família recém subtraída.

Chegando em sua comunal, Luphus se assentou ao lado de Newt no sofá duplo a direita da lareira; o dia estava estranhamente frio, contanto que já se aproximavam do verão.

Newt em um suave sibilo agudo pôs-se a chorar. O fiel amigo ao ver a dor do garoto, o abraçou como se fossem irmãos.

Os dois choraram a dor da perda até que Newt adormeceu e foi levado, por intermédio do feitiço “Levicorpus”

                                       



Enquanto o Jovem Bruxo olhava para seu prato ainda intocado o mesmo sentia-se totalmente desconfortável, como se algo muito grave estivesse para acontecer.  Decidiu ignorar sua intuição que nunca falhara anteriormente e aceitar que estava assim devido ao turbilhão de emoções que invadira seu ser ao contemplar a imagem de Mila Brocklengust adentrando o salão comunal.
Newt…    Newt…… Newton! O garoto despertou de seu estado lunático com os bradares vindo de seu melhor e inseparável amigo que se sentava ao seu lado.
Newt, o que está acontecendo cara? Você está bem? – Perguntou Luphus Folz um jovem Bruxo de beleza singular, não superior a de Newt, mas que juntos conquistavam olhares por onde passavam.

Tudo na medida do possível meu amigo. Paris ! – Disse o jovem castanho fazendo com que seu amigo, já informado de tudo que acontecera na viagem, entendesse o motivo de Newt estar agindo daquela maneira.
Acho que vou me deitar – disse o herdeiro Lachowski aliviando suas mãos de um aperto que envolvia os dourados e suntuosos talheres pertencentes à cozinha do castelo.
Newt, você nem tocou em sua comida – disse o garoto segurando nas vestes de seu amigo fazendo com que o mesmo se sentasse novamente.
Luphus, Luphus….Você sempre tentando me proteger e cuidar de mim, mas sinto que o que está por vir está longe de sua alçada meu amigo. – Falou o garoto fazendo com que Luphus desconfiasse que não estava 100% a par do que havia acontecido entre Mila e Newt na frança.
Enquanto eu puder farei com dedicação. Sente-se e coma um pouco! – Ordenou Luphus mesmo sabendo que Newt não agradaria de seu tom.
O garoto olhou no fundo dos olhos de seu amigo com um olhar vociferante com a ‘’ordem’’ e o tom do garoto e ao ver que o Herdeiro Folz só queria seu bem, resolveu acalmar-se, sentar-se, recolher os talheres da mesa e comer o quanto agüentasse, mesmo estando sem fome.
Ao findar, Newt se levantou e seguido de seu amigo foram em direção ao banheiro onde fariam sua higiene pessoal.
No caminho encontraram um jovem primeiranista que estava completamente perdido.
Ei, vocês! Poderiam me ajudar? – Perguntou o pequenino.
Ignorando o garoto, os belos jovens seguiam seu caminho quando foram interrompidos pela última fala do garoto.
Ei. Me ajudem, também sou um Slytherin.
As palavras fizeram com que Newt, feroz, voltasse sua atenção para o garoto dizendo:
Você é o que? Um Slytherin? Slytherin’s não pedem ajudas com coisas banais como achar o caminho do próprio dormitório seu moleque.  Ótimo! Aquele chapéu imundo selecionou outro inútil pra nossa casa – disse o garoto olhando para a expressão de nojo de Luphus.
As palavras do garoto fizeram com que o pequenino começasse a apresentar feições chorosas forçando Luphus a completar a fala de Newt.
- Ainda por cima é um fraco. Ache o caminho rápido, e se a sonserina perder algum ponto por sua causa você terá de prestar conta de seus atos entendido?
Com expressões de Repúdio os Belos garotos voltaram a seu caminho de origem, deixando assim, o choroso primeiranista no corredor gélido do castelo.
Fizeram sua higiene corporal e bucal como planejado e seguiram em direção a seu dormitório. Chegando lá encontraram suas camas, uma posicionada ao lado da outra e distanciadas por seus malões, já devidamente arrumadas.
 Newt se despiu de seu roupão ficando apenas de cueca enquanto seu amigo já de calça de pijama, cobria o tronco com a blusa correspondente à calça. Após finalizar sua muda de roupas Newt guardou as outras vestes que usara anteriormente e em seguida se deitou assim como Luphus já o fizera.
Os garotos decidiram ficar conversando até pegarem no sono, sabia que não poderiam prolongar a conversa por muito tempo, pois tinham atividades acadêmicas importantes no dia seguinte.
                               
NOX

Enquanto o Jovem Bruxo olhava para seu prato ainda intocado o mesmo sentia-se totalmente desconfortável, como se algo muito grave estivesse para acontecer.  Decidiu ignorar sua intuição que nunca falhara anteriormente e aceitar que estava assim devido ao turbilhão de emoções que invadira seu ser ao contemplar a imagem de Mila Brocklengust adentrando o salão comunal.

Newt…    Newt…… Newton! O garoto despertou de seu estado lunático com os bradares vindo de seu melhor e inseparável amigo que se sentava ao seu lado.

Newt, o que está acontecendo cara? Você está bem? – Perguntou Luphus Folz um jovem Bruxo de beleza singular, não superior a de Newt, mas que juntos conquistavam olhares por onde passavam.

Tudo na medida do possível meu amigo. Paris ! – Disse o jovem castanho fazendo com que seu amigo, já informado de tudo que acontecera na viagem, entendesse o motivo de Newt estar agindo daquela maneira.

Acho que vou me deitar – disse o herdeiro Lachowski aliviando suas mãos de um aperto que envolvia os dourados e suntuosos talheres pertencentes à cozinha do castelo.

Newt, você nem tocou em sua comida – disse o garoto segurando nas vestes de seu amigo fazendo com que o mesmo se sentasse novamente.

Luphus, Luphus….Você sempre tentando me proteger e cuidar de mim, mas sinto que o que está por vir está longe de sua alçada meu amigo. – Falou o garoto fazendo com que Luphus desconfiasse que não estava 100% a par do que havia acontecido entre Mila e Newt na frança.

Enquanto eu puder farei com dedicação. Sente-se e coma um pouco! – Ordenou Luphus mesmo sabendo que Newt não agradaria de seu tom.

O garoto olhou no fundo dos olhos de seu amigo com um olhar vociferante com a ‘’ordem’’ e o tom do garoto e ao ver que o Herdeiro Folz só queria seu bem, resolveu acalmar-se, sentar-se, recolher os talheres da mesa e comer o quanto agüentasse, mesmo estando sem fome.

Ao findar, Newt se levantou e seguido de seu amigo foram em direção ao banheiro onde fariam sua higiene pessoal.

No caminho encontraram um jovem primeiranista que estava completamente perdido.

Ei, vocês! Poderiam me ajudar? – Perguntou o pequenino.

Ignorando o garoto, os belos jovens seguiam seu caminho quando foram interrompidos pela última fala do garoto.

Ei. Me ajudem, também sou um Slytherin.

As palavras fizeram com que Newt, feroz, voltasse sua atenção para o garoto dizendo:

Você é o que? Um Slytherin? Slytherin’s não pedem ajudas com coisas banais como achar o caminho do próprio dormitório seu moleque.  Ótimo! Aquele chapéu imundo selecionou outro inútil pra nossa casa – disse o garoto olhando para a expressão de nojo de Luphus.

As palavras do garoto fizeram com que o pequenino começasse a apresentar feições chorosas forçando Luphus a completar a fala de Newt.

- Ainda por cima é um fraco. Ache o caminho rápido, e se a sonserina perder algum ponto por sua causa você terá de prestar conta de seus atos entendido?

Com expressões de Repúdio os Belos garotos voltaram a seu caminho de origem, deixando assim, o choroso primeiranista no corredor gélido do castelo.

Fizeram sua higiene corporal e bucal como planejado e seguiram em direção a seu dormitório. Chegando lá encontraram suas camas, uma posicionada ao lado da outra e distanciadas por seus malões, já devidamente arrumadas.

 Newt se despiu de seu roupão ficando apenas de cueca enquanto seu amigo já de calça de pijama, cobria o tronco com a blusa correspondente à calça. Após finalizar sua muda de roupas Newt guardou as outras vestes que usara anteriormente e em seguida se deitou assim como Luphus já o fizera.

Os garotos decidiram ficar conversando até pegarem no sono, sabia que não poderiam prolongar a conversa por muito tempo, pois tinham atividades acadêmicas importantes no dia seguinte.

                               

NOX



Já aconteceu praticamente tudo…. As seleções, apresentações, e o banquete ainda está acontecendo…. O Toque de recolher é as 23:00h excepcionalmente hoje, amanhã e o resto dos dias será às 22:00h e todos tem que fazer fanfics/turnos de NOX antes do horário de recolher.



Newt Lachowski: [ detalhe,nem irei ler os textos do Newt para não ser humilhada]

agathasalvatore:

agathasalvatore:

newtlachowski:

[OFF]

Ah Para né… Meus texto nem são tão bons assim! esse último nem ficou bom… Achei que ficou ruim até… Meio confuso.. Mas como deu trabalho vai ficar assim ! xD

Faço os post pra vcs também galerinha xD

Mas obrigado pelo elogio.. xD [OFF]

[mestre…

[ Bem então eu acho que vou praticar mais mesmo,porque eu sou o tipo de pessoa que não consegue viver sem livros, tipo eu leio muito de verdade,mas nem por isso minha escrita é boa… tem que ver isso ai produção]

[OFF] Só ler não adianta.. Uma pessoa pode ter lido Trilhões de livros e escrever como uma criança… O negócio mesmo é PRÁTICA. com a Prática você aumenta seus vocábulos e adquire uma gama enorme de vocabulário… Tem que se desafiar em cada texto… se não você não ganha experiência, só se mantém no que já está acostumado. [OFF] 



[ detalhe,nem irei ler os textos do Newt para não ser humilhada]

agathasalvatore:

newtlachowski:

[OFF]

Ah Para né… Meus texto nem são tão bons assim! esse último nem ficou bom… Achei que ficou ruim até… Meio confuso.. Mas como deu trabalho vai ficar assim ! xD

Faço os post pra vcs também galerinha xD

Mas obrigado pelo elogio.. xD [OFF]

[mestre nos ensine seus dons, como alguém escreve tão bem? se tu diz que teu ultimo post ficou ruim, imagina o meu que nem chegou aos pés do teu]

 [OFF] Tudo o que eu sei aprendi devido à minha inspiração na minha Prima que é #ULTRAPERFEITA… Ela come livros.. eu eu aprendi com ela a gostar de ler… Se não fosse ela eu n teria nem vontade de ler… E com a Prática você atinge a perfeição, só que eu estou beeem longe disso. xD Quem lê muito escreve bem xD Simples assim =D [OFF]



[ detalhe,nem irei ler os textos do Newt para não ser humilhada]

[OFF]

Ah Para né… Meus texto nem são tão bons assim! esse último nem ficou bom… Achei que ficou ruim até… Meio confuso.. Mas como deu trabalho vai ficar assim ! xD

Faço os post pra vcs também galerinha xD

Mas obrigado pelo elogio.. xD [OFF]




O Garoto fora o último a se retirar do vagão da locomotiva rubra que o levara até as longínquas e majestosas terras pertencentes à Hogwarts, evitando assim se misturar na enorme balbúrdia que os primeiranistas faziam por não saberem os protocolos e caminhos a seguir.
Ao findar do pequeno colapso nervoso de um jovem bruxo que tinha se perdido do grupo o sextanista desceu da locomotiva e seguiu seu habitual caminho até ao grande Salão onde aconteceria a tão esperada seleção das casas.
Chegando lá o garoto se sentou juntamente com seus colegas de casa e pôde então avistar a linda morena de lábios rubros que conhecera pessoalmente anos atrás no mesmo local. Mila Brocklengust! A mente do jovem bruxo se encheu com esse nome, fazendo-o ter vários flash-back’s de um encontro anterior na cidade de Paris.
- FlashBack -




Ora ora ora. Mila Brocklengust em Paris! Assim vou achar que está me seguindo– Falou o garoto levando a mão direita acima da testa e comprimindo os olhos devido aos suaves raios solares que penetravam suas Iris.
Lachowski ! – Em tom de surpresa interrompeu seu caminhar ligeiro – O que faz aqui? – indagou retirando seus óculos escuros de seu rosto revelando um esplêndido olhar.
Para os meros Alunos de Hogwarts estou, juntamente de meus pais, visitando minha irmã em uma simples férias, mas eu e você sabemos muito bem o que fazemos aqui certo?  - pronunciou as palavras que imediatamente fez com que a expressão facial da garota revelasse uma tênue essência melancólica e temerosa, como se uma adaga penetrasse no âmago de seu ser.
Isso não é da sua conta Newt – Falou recolocando os óculos e, voltando a caminhar, se afastou gradativamente do castanho.
Com um solavanco mudo o caro jovem puxou a garota que caminhava tentando escapar do assunto, fazendo com que a mesma pousasse sobre seu peitoral. 
- Não é da minha conta? Claro que é da minha conta.
Um silêncio mútuo e sepulcral se fez entre os dois. Parecia que o tempo tinha se congelado e nada mais a volta existia. 
- Não Newt, não é da sua conta! – Palavras que interromperam a temporária paralisação do universo fazendo com que o garoto soltasse a jovem deixando-a seguir seu caminho.
- Já vai sweetheart? – Indagou o castanho em tom brincalhão, erguendo a face alva em direção da garota, que parou ao ouvir a acunha carinhosa.
- Sim, deveras saiba que sentirá minha falta, tenho mais o que fazer. – declarou em falsa melancolia, mordiscando a penumbra inferior dos lábios fartos ao completar sedutoramente – Mas não antes de prometer que tomará conta de meu coração enquanto me ausento. – riu, levando os dedos finos da mão direita a face corada naturalmente de Newt,suprimindo sua bochecha esquerda levemente.
– Temos um acordo sweetheart:  - disse a morena em tom de remoque, alongando as sílabas da rubrica, retomando a mão e tamborilando as unhas da mesma em seu próprio braço.
- Pode apostar. - Newt aparentava possuir o mesmo tom brincalhão da Brocklengust, embora os dois soubessem em seus âmagos que estavam sendo demasiados verdadeiros.
- Cuide bem dele, sim? – Mila não pôde deixar de questionar, seu tom sério parecendo deslocado do diálogo asneirento.
- É claro.  - a voz terna do Lachowski derreteu sua mente como ouro líquido, seu tom amável ascendendo o peito da garota como um “incêndio” indolor.
O garoto ficou ali, estático, parado enquanto perdia Mila de vista por entre os andantes que caminhavam na movimentada Plaza Athénée   
Ao surgir de um sorriso em seus lábios quando não podia mais avistar Mila, o garoto decidiu seguir em direção ao restaurante Alain Ducasse au Plaza Athénée que era seu destino anterior e desfrutar de um delicioso almoço Gourmet.
Ao findar seu almoço Newt decide regressar a academia de magia de beauxbatons onde era hóspede.
No dia seguinte o castanho decidiu esquecer o que havia acontecido e decidiu então levar uma jovem e linda bruxa francesa para uma aventura romântica em Paris.
Os dois realmente se divertiram muito, e desfrutaram de um dia maravilhoso na companhia um do outro, até que algo realmente estranho acometera ao jovem casal uma espécie de desconforto.
Newt, você tem que partir!  - Foi o que o garoto ouviu de uma voz aveludada vinda de suas costas.
O que? - Pronunciou virando e avistando Mila novamente.
Ah… é você, então realmente está me seguindo não é queridinha, acho que realmente agora você esta com ciúmes certo?
Newt, Você tem que partir imediatamente. Vai logo. – A garota puxava e empurrava o garoto de modo desesperador.
Nossa. Não sabía que me amava tanto assim ao ponto de….. – Uma Lágrima que escorria dos olhos de Mila interrompeu a breve piada do garoto fazendo-o ficar realmente preocupado.
Mila, está chorando? O que aconteceu? – indagou o jovem herdeiro Lachowski.
Newt, confie em mim. Você deve partir imediatamente.
O garoto, sabendo que Mila não falaria algo com tamanha seriedade se não houvesse realmente algo importante, e ciente do que estava acontecendo, decidiu regressar à companhia de seus pais para lhes informar do acontecido.

  
Todas essas informações vieram como um baque surdo à mente do jovem castanho que foi interrompido de seus longínquos pensamentos com os Bradares do diretor dando início ao imenso banquete preparado.
                              

O Garoto fora o último a se retirar do vagão da locomotiva rubra que o levara até as longínquas e majestosas terras pertencentes à Hogwarts, evitando assim se misturar na enorme balbúrdia que os primeiranistas faziam por não saberem os protocolos e caminhos a seguir.

Ao findar do pequeno colapso nervoso de um jovem bruxo que tinha se perdido do grupo o sextanista desceu da locomotiva e seguiu seu habitual caminho até ao grande Salão onde aconteceria a tão esperada seleção das casas.

Chegando lá o garoto se sentou juntamente com seus colegas de casa e pôde então avistar a linda morena de lábios rubros que conhecera pessoalmente anos atrás no mesmo local. Mila Brocklengust! A mente do jovem bruxo se encheu com esse nome, fazendo-o ter vários flash-back’s de um encontro anterior na cidade de Paris.

- FlashBack -


Ora ora ora. Mila Brocklengust em Paris! Assim vou achar que está me seguindo– Falou o garoto levando a mão direita acima da testa e comprimindo os olhos devido aos suaves raios solares que penetravam suas Iris.

Lachowski ! – Em tom de surpresa interrompeu seu caminhar ligeiro – O que faz aqui? – indagou retirando seus óculos escuros de seu rosto revelando um esplêndido olhar.

Para os meros Alunos de Hogwarts estou, juntamente de meus pais, visitando minha irmã em uma simples férias, mas eu e você sabemos muito bem o que fazemos aqui certo?  - pronunciou as palavras que imediatamente fez com que a expressão facial da garota revelasse uma tênue essência melancólica e temerosa, como se uma adaga penetrasse no âmago de seu ser.

Isso não é da sua conta Newt – Falou recolocando os óculos e, voltando a caminhar, se afastou gradativamente do castanho.

Com um solavanco mudo o caro jovem puxou a garota que caminhava tentando escapar do assunto, fazendo com que a mesma pousasse sobre seu peitoral.

- Não é da minha conta? Claro que é da minha conta.

Um silêncio mútuo e sepulcral se fez entre os dois. Parecia que o tempo tinha se congelado e nada mais a volta existia.

- Não Newt, não é da sua conta! – Palavras que interromperam a temporária paralisação do universo fazendo com que o garoto soltasse a jovem deixando-a seguir seu caminho.

- Já vai sweetheart? – Indagou o castanho em tom brincalhão, erguendo a face alva em direção da garota, que parou ao ouvir a acunha carinhosa.

- Sim, deveras saiba que sentirá minha falta, tenho mais o que fazer. – declarou em falsa melancolia, mordiscando a penumbra inferior dos lábios fartos ao completar sedutoramente – Mas não antes de prometer que tomará conta de meu coração enquanto me ausento. – riu, levando os dedos finos da mão direita a face corada naturalmente de Newt,suprimindo sua bochecha esquerda levemente.

– Temos um acordo sweetheart:  - disse a morena em tom de remoque, alongando as sílabas da rubrica, retomando a mão e tamborilando as unhas da mesma em seu próprio braço.

- Pode apostar. - Newt aparentava possuir o mesmo tom brincalhão da Brocklengust, embora os dois soubessem em seus âmagos que estavam sendo demasiados verdadeiros.

- Cuide bem dele, sim? – Mila não pôde deixar de questionar, seu tom sério parecendo deslocado do diálogo asneirento.

- É claro.  - a voz terna do Lachowski derreteu sua mente como ouro líquido, seu tom amável ascendendo o peito da garota como um “incêndio” indolor.

O garoto ficou ali, estático, parado enquanto perdia Mila de vista por entre os andantes que caminhavam na movimentada Plaza Athénée  

Ao surgir de um sorriso em seus lábios quando não podia mais avistar Mila, o garoto decidiu seguir em direção ao restaurante Alain Ducasse au Plaza Athénée que era seu destino anterior e desfrutar de um delicioso almoço Gourmet.

Ao findar seu almoço Newt decide regressar a academia de magia de beauxbatons onde era hóspede.

No dia seguinte o castanho decidiu esquecer o que havia acontecido e decidiu então levar uma jovem e linda bruxa francesa para uma aventura romântica em Paris.

Os dois realmente se divertiram muito, e desfrutaram de um dia maravilhoso na companhia um do outro, até que algo realmente estranho acometera ao jovem casal uma espécie de desconforto.

Newt, você tem que partir!  - Foi o que o garoto ouviu de uma voz aveludada vinda de suas costas.

O que? - Pronunciou virando e avistando Mila novamente.

Ah… é você, então realmente está me seguindo não é queridinha, acho que realmente agora você esta com ciúmes certo?

Newt, Você tem que partir imediatamente. Vai logo. – A garota puxava e empurrava o garoto de modo desesperador.

Nossa. Não sabía que me amava tanto assim ao ponto de….. – Uma Lágrima que escorria dos olhos de Mila interrompeu a breve piada do garoto fazendo-o ficar realmente preocupado.

Mila, está chorando? O que aconteceu? – indagou o jovem herdeiro Lachowski.

Newt, confie em mim. Você deve partir imediatamente.

O garoto, sabendo que Mila não falaria algo com tamanha seriedade se não houvesse realmente algo importante, e ciente do que estava acontecendo, decidiu regressar à companhia de seus pais para lhes informar do acontecido.

  

Todas essas informações vieram como um baque surdo à mente do jovem castanho que foi interrompido de seus longínquos pensamentos com os Bradares do diretor dando início ao imenso banquete preparado.

                              



Querida Anony

Digo querida por que sei quem você é com absoluta precisão;

Então, primeiramente peço, por gentileza, que você faça um favor, não só a mim, mas a você mesma.

Olhe-se no espelho e veja seu reflexo em toda sua integralidade, complexidade e especificidades.

Não tente apenas olhar, mas ver dentro de sua alma.

Conseguiu ver?

Conseguiu interpretar o que viu?

Não?

Como você não pode notar o quanto você é deploravelmente ridícula? Sem mencionar na absoluta invidia que lhe acomete ao ler posts alheios, ou até mesmo a sua pífia vontade de se aperfeiçoar em escrita e vocabulário. Pare de ser ingênua o suficiente para pensar que se você plagiar verbetes e/ou  tramas familiares ninguém irá notar ou até mesmo pensar que você fora a autora de tais proezas.

Seja madura suficientemente para aceitar que, você, assim como eu e todos os outros carecem aprender a cada dia mais e estar pré-disposta a buscar conhecimento em outras fontes evitando ou até mesmo opondo resistência a sua própria vontade de reflectir em criações de outros players que buscam se especializar. Aprenda a diferença entre inspiração e cópia antes de entrar em outro RPG. Pare de achar que a vida tem que ser justa, pois ela nunca foi e nunca será. Busque seu destaque pessoal de acordo com as suas próprias capacidades e pare de ficar choramingando porque não foi sequer lembrada para um cargo de responsabilidade como o de ADM.

Seja realista e procure um “hobbie” ao qual você saiba fazer algo útil, pois o RPG não é um lugar para você.  Não precisamos de intrigas supérfluas que ao invés de acrescentar algo realmente interessante à trama do game, acaba envenenando outros players fazendo que a base principal do RPG se desfaleça gradativamente.

Parafraseando a sábia fala da senhorita Amelia-Arryn, os Players de Rpg’s são, acima de tudo, um grupo de pessoas que gostam de escrever, que gostam de ler e de se desafiar dentro de um mundo que ela conhece ou não, mas o adora, CRIANDO – e não plagiando – história que enchem suas almas de alegria e conforto emocional.

Tenha amor próprio e algum valor emocional; saia do RPG e não fique em um lugar onde você já não é mais bem-vinda.

Espero que seja feliz em sua vida e que tome essas palavras como uma crítica construtiva para seu crescimento acadêmico.

Com os mais sinceros votos de felicidades,

                                                       Newton “Newt” Miroyevitch Lachowski

                                                                                                       &

                                                                                                 Fernando



occ:Então por enquanto só posso falar com o Newt que foi aceito?

Ninguém pode postar nada em ON até a cerimônia de acolhimentos dos Primeiranistas.

Em OFF pode falar com todos a vontade. Só por enquanto.



Newt Lachowski

Sonserina,Sonserina, És a casa, que é minha E de outros Que contêm o que a casa Lhes pede:Ter Honra, ter Poder Ter astúcia E inimigos Ter homens que chegam Aos seus objetivos. Fazem qualquer coisa Para lá chegarem Mas chegam Fortes e unidos. como irmãos Conhecidos por x, y e z.Esta casa Foi fundadaPor Salazar Shytherin, Um homem Com Honra, astúcia, e inimigos E que chega Aos seus objetivos. Nós sonserinos Te esperamos Que tu chegues Oh novato Tu virás, Para a melhor casa E jamais Te arrependerás. E para vocês Oh novatos Vocês que acham esta casa feia Olhem que o aspecto mente

SLYTHERIN: SparksCharm79
{ POTTERMORE SORTED }
. .Miro Lachowski. .
Department of International Magical Cooperation
{ MINISTRY OF MAGIC }